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  3 a 17 março|2018

A nossa proposta

Antiga Taprobana de Camões, ou ilha de Ceilão, o Sri Lanka é um belo país de florestas luxuriantes rasgadas por cascatas, belíssimos templos e um mar quente azul-turquesa. É também um país de resistentes: uma demorada e mortífera guerra civil e um violento tsunami foram as últimas provações que os cingaleses tiveram de ultrapassar. A sua longa e elaborada história deixou uma importante herança protegida pela UNESCO, e a convivência pacífica de várias religiões – bem visível em coloridos templos budistas, hindus, e também em igrejas e mesquitas - alia-se a uma gastronomia única e bem apaladada, para fazer deste país um destino incontornável.


Spots fotográficos

. Negombo

. Antigas capitais históricas de Anuradhapura e Polonnaruwa

. Rochedo de Sigiriya

. Kandy

. Viagem em comboio de montanha, região montanhosa central (Nuwara Eliya, plantações de chá, Ella, Little Adam’s Peak)

. Parque Nacional de Yala

. Praias de Mirissa e Unawatuna

. Pescadores sobre estacas

. Forte de Galle

. Colombo


Técnica fotográfica abordada

Fotografia de natureza (fauna, flora), paisagem urbana e retrato.


Material fotográfico aconselhado

Tratando‐se de uma viagem fotográfica, até um simples telemóvel poderá ser utilizado para registar as suas imagens. Recomenda‐se a utilização de uma câmera reflex, objetiva grande angular e teleobjetiva. Baterias adicionais são outro elemento a ter em conta, assim como proteção contra a chuva para câmeras e objetivas.


Destinatários

Esta Experiência Fotográfica destina-se a todos os que gostam de fazer fotografia e viajar. O conhecimento fotográfico e o tipo de câmera que utiliza não são importantes, preferimos valorizar o olhar de cada um sobre o destino e que se interessem por natureza, história e diversidade cultural.


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Programa de 15 dias (incluindo dias de partida e chegada). Os meios de transporte para as longas distâncias serão comboio e carrinha com motorista.

Voo Portugal > Negombo

Receção e transfer para o hotel. Passeio de tuktuk e a pé pela cidade, praias e aldeias de pescadores.
Zona de forte influência cristã e portuguesa, Negombo tem detalhes que merecem ser descobertos, dos restos do forte aos mercados de rua, das igrejas aos templos hindus. Este será um dia curto e dedicado à fotografia de rua.

A viagem continua com um percurso em transporte privado – o mesmo que nos acompanhará durante toda a viagem - até
Anuradhapura, antiga capital do antigo reino do Sri Lanka. Aqui começaremos uma viagem pela história do país, percorrendo monumentos e ruínas classificadas pela UNESCO como Património Mundial da Humanidade, que fazem apelo uso de grandes angulares e teleobjetivas para captar a totalidade das grandiosas construções, bem como pormenores mais afastados e uma fauna sempre presente.

Depois de um descanso merecido, visitaremos o templo budista de Mihintale, nas proximidades de Anuradhapura, talvez um dos mais simples e interessantes locais sagrados do budismo na ilha. Segue-se Sigiriya, a famosa fortaleza de rocha que só por si quase vale uma visita ao Sri Lanka, e que também é Património Mundial da UNESCO. Para além dos monumentos em si, o próprio enquadramento natural, habitado por macacos pouco tímidos, também é espetacular.

Segunda capital do Sri Lanka, entre os séculos XI e XII d.C, Polonnaruwa é outro local classificado pela UNESCO, com ruínas fascinantes e muito bem preservadas. Aqui encerramos o mergulho na história mais antiga do país, partindo depois para a sua capital cutural, Kandy, situada no interior montanhoso da ilha. Faremos uma paragem templos-gruta de Dambulla, onde nos esperam magníficas paredes pintadas com motivos religiosos cuja fotografia é um desafio, e no Nalanda Gedige, em Matale, templo onde os deuses indianos convivem com Buda. Durante a viagem, podemos ainda usar a imaginação – e a técnica – para registar o que a estrada nos proporciona a nível de paisagens.
Kandy merece bem um dia de visita a pé; esta é, provavelmente, a mais elegante - e interessante - cidade do país.

Visitaremos um dos tesouros nacionais, o Dalada Maligawa ou Templo do Dente, onde assistiremos à famosa puja acompanhada pelos tambores de Kandy – mais um desafio para os fotógrafos mais ousados, que podem usar da técnica para registar o movimento da multidão e dos músicos.

Um simples passeio pelas ruas pelas ruas comerciais do centro, com a sua mistura de mesquitas, templos budistas e hindus, também proporciona oportunidades fotográficas infindáveis. Ao fim da tarde podemos assistir a um espetáculo cultural de dança e música, que nos proporcionará uma oportunidade única para registos com pouca luz e muito movimento.

A viagem até Nuwara Eliya passa por algumas das mais belas paisagens do país. Instalados em pleno coração das plantações de “chá do Ceilão”, um passeio pela cidade mostra-nos alguma da sua arquitetura colonial - com bom tempo, poderemos ainda alcançar a cascata Lovers Leap depois de um passeio entre plantações de chá. Teremos um dia dedicado à paisagem verdejante que constitui o coração da ilha, as colinas cobertas de chá, e também a arquitetura das antigas casas inglesas.

A viagem não estaria completa sem uma visita a uma quinta de produção de chá: dos campos onde se recolhem as melhores folhas até à secagem, embalagem e venda, podemos seguir – e fotografar – todo o processo, e degustar uma chávena no fim, com vista sobre um cenário paradisíaco. E é por dentro desta paisagem que continuamos até Ella, desta vez de comboio.

Aproveitamos registar toda a viagem, das pequenas estações por onde passamos até ao belíssimo panorama entrecortado por minúsculas aldeias e quedas de água. Um passeio ao longo dos carris da linha férrea leva-nos ainda até à ponte dos nove arcos de Demodara, um ícone arquitetónico do Sri Lanka.

Antes de rumar à costa, a visita de Ella não ficaria completa sem um mergulho na natureza: uma caminhada até ao cume do
Little Adam’s Peak, o ex libris da região, com vistas de cortar o fôlego sobre as montanhas e campos de chá que, num dia bom, podem mesmo alcançar o mar. Uma pausa para um chá (ou café) numa das quintas locais, e continuaremos até Kataragama, cidade multirreligiosa e centro de peregrinação para hindus e budistas, ao encontro de uma experiência totalmente diferente: assistir à puja (oração e oferta) do fim do dia, que aqui é especialmente colorida.

Instalados num eco resort familiar, preparamos uma partida madrugadora para um safari no Parque Nacional de Yala, o mais importante do país, onde habitam em liberdade espécies que todos gostaríamos de fotografar, como corços, elefantes e leopardos.

O pequeno-almoço será tomado em plena selva, para não perdermos nenhuma oportunidade. Só depois de uma manhã intensa em busca das espécies mais fugidias da selva cingalesa é que rumaremos às águas azuis da costa, em Mirissa, para uma completa mudança de cenário.

Mirissa, na costa sul do Sri Lanka, é uma das regiões afetadas pelo tsunami de 2004, e um belo exemplo de recuperação. Tem uma longa praia com barcos de pescadores, e ali próximo, em Ahangama, encontra-se uma das imagens mais vendidas do Sri Lanka e mais procuradas pelos fotógrafos: pescadores empoleirados em enormes estacas cravadas dentro do mar. De manhã cedo, os interessados em fotografia de fauna selvagem poderão partir numa das embarcações que procuram avistar vida marinha, em busca nomeadamente de tartarugas e baleias.

Percorremos a costa em direção a Colombo, com paragem para visitar a bela cidade de Galle, preservada dentro de um forte e classificada como Património Mundial da UNESCO, com as suas igrejas e mesquitas, lojas de artesanato e baluartes com vistas sobre o Índico. Oportunidade de descanso e mergulho na bela praia de Unawatuna, uma das mais conhecidas do Sri Lanka. Uma visita matinal ao santuário budista junto à praia oferece-nos vistas sobre toda a baía, banhada por um belíssimo mar azul-turquesa, e o próprio hotel onde ficamos instalados – uma antiga casa colonial muito bem adaptada – também pede alguma atenção às possibilidades de fotografia de interior.

Viagem até Colombo, uma cidade onde hindus, muçulmanos, cristãos e budistas vivem em harmonia quase absoluta – verdadeiro símbolo do país. Terminamos o dia em Galle Face Green, numa tasquinha de rua com vista sobre o pôr-do-sol, em convívio com os locais.

Regresso à cidade e ao desafio da fotografia de rua. Visita a dois templos budistas muito contrastantes: o Gangaramaya, com a sua fusão de estilos, e o delicado Seema Malaka, situado no lago Beira e desenhado pelo mais famoso arquiteto cingalês, Geoffrey Bawa. Passeio pelo bairro de Pettah, junto à estação ferroviária, e por uma das zonas mais modernas da cidade, junto à costa. O último dia é, assim, dedicado à urbanidade da capital: o contraste entre as ruas estreitas e animadas com pequenos comércios e os prédios modernos da zona governamental, os mercados de rua e as lojas chiques da costa, mostram-nos o que faltava conhecer deste país fascinante.

Partiremos à noite para Portugal, onde chegaremos no dia seguinte.



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