Açores – 5 ilhas | 2021

As 5 ilhas: Faial, Pico, São Jorge + Flores e Corvo

Edição Especial
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A ilha azul do Faial | Subida ao Pico | as fajãs de São Jorge | o Caldeirão do Corvo | as Cascatas e lagoas das Flores

Cinco ilhas, cinco palcos, cinco mundos, cinco tempos, cinco razões para não perder esta edição especial, onde vamos viver os Açores a fundo, com paisagens deslumbrantes e atividades emocionantes. São 12 dias de puro êxtase, num frenesim para os sentidos, começando na Ilha do Faial, continuando pela Ilha do Pico, segue–se a Ilha de São Jorge, um salto de avião até às Flores e uma “corrida” de barco até à mais pequena Ilha do Arquipélago… o Corvo.

Esta viagem é uma edição especial da viagem que o Fotoadrenalina faz às três ilhas do triângulo dos Açores: Faial, São Jorge e Pico. Nesta edição especial juntamos mais 5 dias à viagem com mais 2 ilhas: as Flores e o Corvo. As pessoas que já comecem as 3 primeiras ilhas podem juntar-se à viagem nestes últimos 5 dias com um preço especial de 610€, ou então fazer só as 3 primeiras ilhas por 920€.

A viagem começa na Ilha do Faial, nos Açores, é também conhecida como a Ilha Azul devido à quantidade de hortênsias que florescem nas fachadas das casas, nos campos e à beira da estrada, “pintando” a ilha em vários tons de azul. Será aqui o nosso ponto de partida, um local cuja história geológica remonta há quase 1 milhão de anos e que alberga dois vulcões impressionantes, cada um à sua maneira.

A cidade da Horta será o nosso primeiro contato com a ilha, com visita à pitoresca Praia do Porto Pim e outros locais de interesse.

Temos um barco e uma equipa profissional à nossa espera – vamos mar adentro à procura de cetáceos, nomeadamente a maior baleia do mundo, a Baleia Azul, que passa pelos Açores por esta altura em migração para os mares do Norte. ;) Para que o coração bata um pouquinho mais depressa, vamos em semirrígidos de alta velocidade que adormecem à chegada dos grandes cetáceos. Vamos em “stealth mode”, silêncio absoluto, para que possamos ouvir o seu chamamento. Onde há baleias, há golfinhos, e se tudo correr bem poderemos avistar também golfinhos comuns, roazes, golfinhos riscados, falsas orcas e baleias piloto. Mas antes temos de rezar ao Deus Neptuno para garantir que as condições do mar e do tempo vão estar de feição.

Regressados do mar, partimos para o famoso Vulcão dos Capelinhos, onde iremos encontrar uma paisagem muito peculiar, resultado da última erupção vulcânica que teve lugar em 1957. Após um curto passeio até ao topo, de onde podemos vislumbrar uma panorâmica sobre a parte da ilha que nasceu da erupção, vamos aprender tudo sobre este acontecimento e sobre a vulcanologia em geral, através da visita guiada pelo destacado Centro de Interpretação do Vulcão dos Capelinhos, um espaço lindíssimo com um hall digno de contemplação.Se ainda houver tempo, fazemos uma paragem pelo Morro de Castelo Branco e vemos o pôr do Sol do topo do Monte da Guia.

Como agora somos uns entendidos em vulcões, vamos testar os nossos conhecimentos no local onde tudo começou, do topo do vulcão basal da Ilha do Faial, com uma vista impressionante sobre a Caldeira, uma grande depressão com 7 quilómetros de perímetro e 2 quilómetros de diâmetro. Vamos percorrer todo o perímetro do alto do cone vulcânico, numa grande caminhada por um bonito trilho com uma altitude variável entre os 840 e os 1040 metros, passando pelo ponto mais alto da ilha e sempre com a caldeira ao nosso lado, numa verdadeira viagem de 360 graus por este gigante adormecido.

Está na hora de apanhar o barco para a bonita travessia do Canal do Faial em direção à Ilha do Pico, nos Açores. É um grande momento fotográfico, com a aproximação da montanha do Pico, quase sempre com uma nuvem presente perto do topo, e o Faial a desaparecer por trás de nós, com as suas encostas verdejantes a iluminar o horizonte.

Chegados ao Porto da Madalena, no Pico, partimos para um passeio pela Paisagem da Cultura da Vinha da Ilha do Pico, classificada como Património da Humanidade pela Unesco. Para que não seja apenas ver, vamos também poder provar um copinho de vinho verdelho (entre outros), queijo e bolo do pico, numa adega caseira privada, onde o vinho é feito a preceito.
Precisamos de recarregar baterias rapidamente (deitar cedo), daqui a poucas horas vamos estar de pé para começar a subida ao imponente Vulcão do Pico. O Sol nasce por volta das 7h30 e temos que nos pôr a andar… este é um dos momentos mais espetaculares da viagem. Estaremos a 2351 metros de altitude, no ponto mais alto de Portugal. Com sorte e se o tempo estiver do nosso lado, teremos também umas das vistas mais espetaculares sobre o infinito do Atlântico e das restantes 4 ilhas do grupo central: Faial, São Jorge, Graciosa e Terceira.

A subida demora cerca de 4 a 5 horas. Dependendo das condições atmosféricas, o tempo no topo pode variar entre 20 minutos até cerca de uma hora. O regresso é feito logo a seguir, numa descida que pode variar entre 3 a 4 horas, com chegada prevista mais ou menos a tempo da hora de almoço (após um merecido banho no hotel).
Para quem não subir ao Pico, pode aproveitar o resto da noite como entender. No dia seguinte de manhã propomos a estes participantes (que não sobem ao Pico) uma visita ao Museu do Vinho, um passeio pela localidade e um mergulho na piscina natural perto do Cais da Madalena.

Nota: a subida ao Pico é um trekking de montanha sem grande dificuldade técnica, mas que, devido à sua inclinação, requer alguma preparação física. Iremos sempre a passo calmo, com as paragens necessárias para recuperar forças, mas é importante salientar que não se trata de uma atividade recomendável a quem tenha problemas cardio-respiratórios ou uma vida muito sedentária.
Os participantes que subiram ao Pico durante a madrugada, estarão neste momento a descer em direção à Casa da Montanha, o ponto de partida e chegada das subidas ao Vulcão.

Depois de almoço partimos para a visita à Gruta das Torres, onde iremos descer ao “Centro da Terra” para admirar esta impressionante formação geológica, de origem vulcânica, um túnel lávico (criado por um rio de lava) com mais de 5 quilómetros de extensão e um desnível de 200 metros. Não iremos fazer toda a sua extensão, mas um guia credenciado levar-nos-á a explorar uma boa parte deste fenómeno geológico, com uma explicação muito interessante sobre a sua criação. À saída, onde se encontra um ambiente dominantemente cavernícola, com diferentes tipos de vegetação, é possível fazer bonitas fotos da flora local.

A manhã está reservada, integralmente, para um passeio de carrinha privada por algumas das paisagens mais bonitas da ilha, visitando as localidades mais importantes, com enfoque nos seus atributos arquitetónicos, históricos, geográficos e culturais. Vamos parar várias vezes para abusar das nossas máquinas fotográficas ou telemóveis… não vão faltar razões para sair e procurar a melhor perspetiva.
À tarde aproveitamos para nadar e dar um mergulho numa piscina natural, seguido de um brinde no Cella Bar. É um momento de relax, feito para ser aproveitado… uma despedida em grande à majestosa Ilha do Pico.

Para os aficionados do vinho do Pico, é também uma boa altura para visitar uma grande adega local e adquirir alguns dos seus melhores vinhos.
Apanhamos o barco para São Jorge e jantamos já em Velas.

São Jorge, nos Açores, é conhecido como a “Ilha das Fajãs”, uma ilha que se estende ao comprido e que não tem mais do que 10000 habitantes. A sua espinha dorsal é constituída por uma série de cones vulcânicos, do qual se destaca o Pico a Esperança, o ponto mais alto da ilha, com 1053 metros de altitude. Por outro lado, a costa acaba em grandes falésias, de onde surgem pontualmente grandes espaços planos de terra ao nível do mar. Estes espaços chamam-se fajãs e são um fenómeno causado pela erosão das falésias ao longo dos séculos. Aqui se instalaram entretanto pequenas povoações, algumas das quais não são acessíveis por estrada e não têm luz, nem água corrente. São locais de grande isolamento que têm por isso um encanto muito especial.

De Velas, atravessamos a ilha até à Serra do Topo. É aqui que começa o trekking que nos levará por um dos trilhos mais espetaculares do grupo central, a descida até à Fajã da Caldeira de Santo Cristo. Pelo caminho vamos encontrar paisagens deslumbrantes, vegetação luxuriante, pastagens e uma cascata de água com 10 metros de altura que alimenta um lago onde podemos nadar e apreciar a sua envolvência. Pouco depois, a Fajã da Caldeira de Santo Cristo surge em frente aos nossos olhos, um cantinho roubado ao mar, com uma grande lagoa a separar as pitorescas casinhas do mar. É um local mágico, como que saído de um conto, um espaço em que a alma se sente em paz. Vamos fazer um pequeno circuito pela localidade e conhecer algumas das suas particularidades.

Saídos da Fajã da Caldeira de Santo Cristo, a nossa caminhada leva-nos ainda pela Fajã dos Tijolos e pela Fajã do Belo antes de chegarmos à Fajã dos Cubres, outra lindíssima e exótica fajã, também ela com uma lagoa e com um enquadramento natural impressionante. Mas agora vamos por baixo, acompanhando a costa. O povoado desta fajã foi completamente arrasado pelo terramoto de 1757. Sofreu com outro terramoto em 1980 e muitas das suas casas tiveram de ser reconstruídas. É, por isso, uma fajã mais atual, com edificações mais modernas e melhores condições de alojamento. A ermida de Nossa Senhora de Lourdes (1908) é um dos locais que merece a nossa visita. O aparecimento de uma nascente que estava seca há muito tempo fez soar os alarmes de um milagre e há peregrinos que ali rumam para se banharem nas águas milagrosas, o verdadeiro “Betadine” ao natural. Se não der para curar as bolhas dos pés, pelo menos refresca, o que já não é mau. ;)

Começamos a manhã com um trekking pela espinha dorsal da Ilha de São Jorge, serpenteando inúmeros cones vulcânicos e passando pelo ponto mais alto da ilha, o Pico da Esperança, de onde se avistam, com bom tempo, as restantes ilhas do grupo central. Vamos descer também à pequena cratera do Pico da Esperança, onde podemos sentir o cheiro intenso a hortelã e deixar o corpo flutuar na vegetação luxuriante que circunda o pequeno lago central.

Partimos de seguida para a Fajã do Ouvidor, um local que mistura paisagens costeiras de particular beleza e que esconde um local muito especial, a Piscina Natural Simão Dias, um paraíso aquático, rodeado por formações rochosas originadas por erupções vulcânicas. É a maior piscina natural de São Jorge e, ouso mesmo dizer, a mais espetacular de todo o Arquipélago dos Açores. Para quem gosta de snorkeling é um local incontornável.
De seguida rumamos ao majestoso Parque Florestal das Sete Fontes, onde vamos ter a oportunidade de explorar e fotografar o espaço circundante, grandes árvores autóctones, espaços orgânicos de circulação pelo meio do ambiente verdejante, uma zona de recreação e lazer, e um variado número de animais: vacas, patos, veados, porcos…
Fechamos o dia na Ponta dos Rosais, o ponto mais a oeste da Ilha, acessível por uma pitoresca e panorâmica estrada rural que desponta num farol abandonado de onde se podem ver ilhéus e arribas escarpadas. É lá que também se encontra a Vigia da Baleia, um dos pontos mais espetaculares para se ver o Pôr do Sol nas Ilhas dos Açores.

A manhã é reservada para fazer as malas e para a visita a uma das mais famosas queijarias locais.

À tarde temos o voo para a llha das Flores, o ponto mais ocidental da Europa, marcado pelo Ilhéu de Monchique.

Chegamos às Flores por volta das 18h00. Depois de arrumadas as malas no nosso Hotel, vamos dar um passeio por Santa Cruz das Flores, a capital do concelho e a “maior” localidade da ilha. Vamos jantar e aproveitamos para fazer a digestão com um passeio noturno pelo bonito Parque da Boavista.

Este é o dia do Corvo, a Ilha que, em conjunto com as Flores, forma o grupo Ocidental do Arquipélago dos Açores. É a mais pequena ilha do Arquipélago e fica a cerca de 20 km da sua “irmã”. Tem 6,24 km de comprimento, 4 km de largura e tem apenas 430 habitantes. Fica sensivelmente à mesma distância do Canadá e de Portugal Continental. Outra curiosidade é que a Ilha do Corvo tem mais vacas do que habitantes, um dos poucos locais do mundo em que os humanos estão em minoria.

Partimos de manhã num semi-rígido de alto mar, um barco super rápido talhado para esta grande travessia. Serão cerca de 24 km a deslizar pela crista das ondas, num sprint oceânico com garantias de muita adrenalina. Chegados ao Corvo, apanhamos “boleia” até ao Caldeirão, o elemento geográfico mais dominante e espetacular da Ilha. Será o nosso ponto de partida para o primeiro trilho do dia, caminhando pelo interior do vulcão que deu origem à ilha do Corvo. É uma rota circular, com cerca de 5 km, que nos vai levar do topo do Caldeirão até ao seu interior, por entre a flora e as lagoas que compõem o núcleo desta grande cratera. Ao longo do trilho vamos encontrar outros residentes habituais, gado bovino, equino e caprino. Subimos de novo ao topo do Caldeirão para tirar a última série de fotos (se o cartão de memória ainda não estiver cheio). Está na altura de tomar uma decisão…

Voltamos até ao cais a pé, pelo trilho descendente da “Cara do Índio”, ou apanhamos boleia de táxi? Cada um poderá escolher como fazer… quem estiver mais cansado das pernas da volta ao Caldeirão, pode apanhar o Táxi e ficar pela Vila do Corvo a passear ou sentado numa esplanada a beber um refresco; quem estiver preparado para mais 10 km, vai ter a oportunidade de caminhar por paisagens de cortar a respiração, num trilho que atravessa a ilha de Norte a Sul, por caminhos de cultivo e pastoreio, canadas, muros de pedra, flora endémica, passando ainda por um segundo cone vulcânico, e com vistas fantásticas sobre a Vila do Corvo e a Ilha das Flores.

Regressamos à Ilha das Flores… mas… calma… não sem antes fazer um “alongamento” especial aos músculos e despertar aqueles que entretanto acharem ser capazes de fechar o olho (vão fechar de certeza, mas é por outra razão. O nosso piloto vai levar a tripulação numa verdadeira montanha russa marítima, com a garantia de uns quantos berros de emoção e uns quantos cabelos despenteados. Se é para navegar, então que seja em grande. :)

Chegamos a Santa Cruz das Flores já ao final da tarde, prontos para um bom jantar.
É altura de relaxar, amanhã vai ser outro longo dia.

Depois do pequeno almoço, partimos nas nossas viaturas para uma viagem de descoberta pela metade Norte da Ilha, passando por uma série de locais de grande beleza junto à costa, onde iremos sair para caminhar um pouco e fotografar.

Chegaremos entretanto a Ponta Delgada, a localidade mais a Norte e com as melhores vistas sobre a Ilha do Corvo, onde iremos aproveitar para almoçar, descansar um pouco, tirar umas fotos e esticar as pernas.

Damos um salto até ao canto Noroeste da ilha para visitar o Farol de Arbarnaz, agora com o Sol mesmo no ponto certo para apanhar vistas soberbas sobre as falésias mais a leste.

Rumamos de seguida para Sul, em direção a um dos grandes colossos da Ilha das Flores, a Cascata do Poço do Bacalhau, com os seus 90 metros de altura. Um pequeno percurso abre-nos o caminho e, tal e qual uma cortina, desvenda-se diante de nós esta grande parede de água. Os mais corajosos podem reduzir a vestimenta e dar um mergulhinho, fresquinho, que o bacalhau não gosta de grandes temperaturas. ;)

Regressamos, agora pelo interior da ilha, e passamos pelo grande aglomerado de lagoas que povoam o seu interior… a Lagoa Negra, a Lagoa Comprida, a Lagoa Branca, a Lagoa Seca, a Lagoa Rasa e a Lagoa Funda. Dependendo das condições atmosféricas, poderemos visitar todas ou só algumas, umas de carro, outras a pé, caminhando por trilhos escondidos que nos levam a recantos menos usuais. Com jeitinho, vamos ainda mais além, com uma vista de luxo sobre a Fajãzinha e o vasto Oceano Atlântico.

Gerimos o tempo de acordo com os caprichos do grupo. Queremos aproveitar ao máximo! Só mesmo o despertador do estômago a assinalar a hora da janta é que nos irá mover de regresso à base.

Por esta altura já somos meio açoreanos… as vacas a barrar a estrada já não nos causam surpresa, as flores que cobrem os campos passaram a ser companhia regular, a vista constante do mar torna-se um vício, as caminhadas já não parecem tão longas e o ambiente bucólico, feito para desacelerar, parece ter-se entranhado dentro de nós. Não tivesse chegado o 11º dia e seria esse o ponto final. Mas já diz o ditado… se é para acabar, que seja para acabar em grande.

Começamos o dia a preparar a marmita para um dia grande, maior do que o habitual. Enquanto o Sol ilumina o lado Este da ilha, vamos aproveitar para visitar alguns dos locais mais interessantes do lado sudeste da ilha, passando por miradouros, fajãs, moinhos e pela segunda maior localidade da ilha, a Laje das Flores, mais conhecida de nós pelo trágico acidente de 2019, quando o mau tempo destruiu o único porto comercial da ilha, localizado nessa vila. Conduzimos ao ritmo do Sol, ansiosos por chegar ao outro lado e a preparar-nos mentalmente para aquilo que nos espera.

Um trilho de 13 kms leva-nos a percorrer algumas das paisagens mais espetaculares da Ilha das Flores. Por entre altos e baixos, vales, montanhas, falésias e cascatas, vamos percorrer a pé um grande pedaço da costa oeste, passando ainda por algumas localidades.

A vista panorâmica sobre a lindíssima Fajãzinha, indica-nos que algo de ainda mais espetacular se está a aproximar. Um desvio leva-nos por um trilho escondido, por entre um arvoredo cerrado, caminhando por lajes de pedra em direção a um local misterioso. E eis que se abrem as portas do paraíso, naquela que é certamente uma das paisagens mais bonitas de Portugal… o Poço da Ribeira do Ferreiro, também conhecido como Alagoinha. Um sem número de cascatas caiem de uma enorme falésia verdejante para uma lagoa envolta por grandes árvores, num espetáculo visual difícil de descrever. A primeira reação é normalmente um “wowwww”… a segunda é algo parecido… “wowwww”… e assim se vai mantendo, em cada perspetiva nova que se vai descobrindo. Para os mais dotados para o yoga e meditação, é este o local de eleição. Por aqui ficaremos algum tempo, a observar, a descobrir, a descansar, a fotografar, a meditar… a sonhar.

Regressamos ao nosso trilho para concluir os últimos 4,5 km, com final na Fajã Grande, continuando com a nossa coleção de grandes paisagens e momentos únicos.

Para festejar o último dia, antes do regresso a Portugal, vamos aproveitar para fazer um grande jantar de despedida.

A manhã é reservada para fazer as malas e livre para quem quiser desfrutar das últimas horas na ilha das flores, como por exemplo dar um mergulho numa nas piscinas naturais. Como opção, há a possibilidade de fazer canyoning… o local da aventura não fica longe de Santa Cruz das Flores e faz-se bem durante a manhã. É uma atividade de 2 a 3 horas. É preciso reservar com bastante antecedência, especialmente em Agosto, em que as marcações são feitas meses antes.

À tarde temos o voo de regresso dos Açores para Portugal Continental.

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Aeroportos

Portugal > Horta
São Jorge > Flores
Flores > Portugal

Destinos

Faial
Vulcão do Pico
São Jorge
Fajã da Caldeira de Santo Cristo
Observação de baleias
Vulcão dos Capelinhos
Caldeira do Faial
Gruta das Torres
Caldeirão do Corvo
Cascata do Poço do Bacalhau
As várias lagoas das Flores
Poço da Ribeira do Ferreiro
Ilhéu de Monchique

Fotografia

Natureza
Paisagem
Vida Quotidiana

Alojamento

Hotel
Aparthotel
- em quarto duplo
[quarto individual
pedir cotação]

Transporte

Veículo alugado para o grupo
Parte da viagem em transporte público

Esforço

Fácil | Moderado - na subida ao Pico tem desníveis mais acentuados que são exigentes

Nº Participantes

Min 6, Máx 9

Açores – 5 ilhas | 2021

Programa da viagem

Chegada ao aeroporto da Horta.
Passeio pela cidade, com visita à pitoresca Praia do Porto Pim e outros locais de interesse.

Noite em hotel na Horta

Expedição de barco com guia para ver os grandes cetáceos, golfinhos comuns, roazes, golfinhos riscados, falsas orcas e baleias piloto.
Passeio ao topo do Vulcão dos Capelinhos onde podemos vislumbrar uma panorâmica sobre a parte da ilha, seguido de uma visita guiada no Centro de Interpretação do Vulcão dos Capelinhos.

Noite em hotel na Horta

Caminhada ao topo do vulcão basal da Ilha do Faial, com uma vista impressionante sobre a Caldeira, é um bonito trilho com uma altitude variável entre os 840 e os 1040 metros, passando pelo ponto mais alto da ilha e sempre com a caldeira ao nosso lado, numa verdadeira viagem de 360 graus por este gigante adormecido.

Barco para a travessia do Canal do Faial em direção à Ilha do Pico.
Chegados ao Porto da Madalena, no Pico, partimos para um passeio pela Paisagem da Cultura da Vinha da Ilha do Pico, vamos também poder provar um copinho de vinho verdelho (entre outros), queijo e bolo do pico, numa adega caseira privada, onde o vinho é feito a preceito.

De madrugada irá começar a subida ao imponente Vulcão do Pico.
Para quem preferir não subir ao Pico, pode aproveitar o resto da noite como entender. No dia seguinte de manhã propomos a estes participantes (que não sobem ao Pico) uma visita ao Museu do Vinho, um passeio pela localidade e um mergulho na piscina natural perto do Cais da Madalena.

Nota: a subida ao Pico é um trekking de montanha sem grande dificuldade técnica, mas que, devido à sua inclinação, requer alguma preparação física. Iremos sempre a passo calmo, com as paragens necessárias para recuperar forças, mas é importante salientar que não se trata de uma atividade recomendável a quem tenha problemas cardio-respirarórios ou uma vida muito sedentária.

Noite em hotel no Pico

Após a descida da caminhada ao topo do Pico, e depois de um almoço reconfortante, partimos para a visita à Gruta das Torre. Iremos fazer toda a sua extensão, mas um guia credenciado levar-nos-á a explorar uma boa parte deste fenómeno geológico, com uma explicação muito interessante sobre a sua criação.

Noite em hotel no Pico

Passeio de carrinha privada por algumas das paisagens mais bonitas da ilha, visitando as localidades mais importantes, com enfoque nos seus atributos arquitetónicos, históricos, geográficos e culturais.
Teremos, também, oportunidade para nadar e dar um mergulho numa piscina natural.
Viagem de barco para São Jorge.

Noite em hotel em São Jorge

De Velas, atravessamos a ilha até à Serra do Topo onde faremos a descida até à Fajã da Caldeira de Santo Cristo. Pouco depois, a Fajã da Caldeira de Santo Cristo surge em frente aos nossos olhos, um cantinho roubado ao mar, com uma grande lagoa a separar as pitorescas casinhas do mar.
Saídos da Fajã da Caldeira de Santo Cristo, a nossa caminhada leva-nos ainda pela Fajã dos Tijolos e pela Fajã do Belo antes de chegarmos à Fajã dos Cubres, outra lindíssima e exótica fajã.

Noite em hotel em São Jorge

Trekking pela espinha dorsal da Ilha de São Jorge, passando pelo ponto mais alto da ilha, o Pico da Esperança, de onde se avistam, com bom tempo, as restantes ilhas do grupo central. Vamos descer também à pequena cratera do Pico da Esperança.

Seguimos para a Fajã do Ouvidor, onde está a Piscina Natural Simão Dias, é a maior piscina natural de São Jorge, para quem gosta de snorkeling é um local incontornável.

De seguida rumamos ao Parque Florestal das Sete Fontes, e fechamos o dia na Ponta dos Rosais na Vigia da Baleia, um dos pontos mais espetaculares para se ver o Pôr do Sol nas Ilhas dos Açores.

Noite em hotel em São Jorge

A manhã é reservada para a visita a uma das mais famosas queijarias locais.
À tarde temos o voo para a Ilha das Flores.
Final de tarde livre ou passeio pela vila de Santa Cruz das Flores e visita às Piscinas Naturais.
Jantar e visita ao Parque da Boavista.

Dormida em hotel nas Flores.

O dia é todo reservado para a viagem e visita à Ilha do Corvo, com a viagem de barco, dois trilhos na ilha, incluíndo a volta ao Caldeirão e a visita de barco a algumas grutas aquáticas.
Jantar em Santa Cruz das Flores.

Dormida em hotel nas Flores.

Partimos de manhã para visitar algumas das lagoas mais espetaculares da ilha das Flores, com uma pequena caminhada por algumas delas. Aproveitamos parte de uma pequena rota para explorar um pouco mais, até chegar ao alto de uma escarpa com uma vista soberba.
Voltamos aos carros e vamos à descoberta da parte norte da Ilha, conduzindo por vales e montanhas.
Almoçamos em Ponta Delgada, mesmo na ponta Norte da Ilha.
Regressamos a Santa Cruz das Flores lentamente, parando numa série de pontos de interesse e bonitos miradouros.
Se ainda houver tempo ao final da tarde, e para quem estiver com pica, vamos dar um mergulho às piscinas naturais de Santa Cruz das Flores.
Jantar perto do Hotel e passeio noturno, se houver interesse em explorar um pouco mais da pequena vila.

Dormida em hotel nas Flores.

De manhã partimos para ver o resto da Ilha, rumando a Sul, em direção à Lajes das Flores, onde o mar bravo destruiu o único porto comercial da ilha em 2019. Pelo caminho visitamos alguns pontos de interesse, como é o caso do pitoresco Moinho de Água.
Continuamos, desta vez até ao ponto de partida de uma curta caminhada para espreitar a Fajá de Lopo Vaz do alto da Falésia.
Prosseguimos em direção ao Lajedo, onde começa a nossa grande caminhada. 13 km por algumas das paisagens mais iconicas das Ilhas das Flores... e dos Açores em geral. É caso para dizer, deixámos o melhor dos melhores para o último dia.
Vamos aproveitar a caminhada ao máximo, parando em vários locais para fotografar.... Rocha dos Bordões, Mosteiro, Fajãzinha e Poço da Ribeira do Ferreiro, onde vamos passar algum tempo a admirar o espetáculo natural das cascatas. Ao chegar ao final do trilho, vamos dar ainda um salto a outro local de beleza invulgar, o Poço do Bacalhau, onde vamos encontrar outra cascata espetacular

Dormida em hotel nas Flores.

A manhã é reservada para fazer as malas e livre para quem quiser desfrutar das últimas horas na ilha das flores.
Como opção, há a possibilidade de fazer canyoning... o local da aventura não fica longe de Santa Cruz das Flores e faz-se bem durante a manhã. É uma atividade de 2 horas.

Voo para Portugal continental.

LIDER DA VIAGEM

Gonçalo Figueiredo
O acompanhamento pelo fotógrafo/viajante que idealizou a experiência fotográfica para o grupo, organizou toda a logística em conjunto com o Fotoadrenalina e parceiros, mas sobretudo vai estar contigo todos os dias para te levar aos lugares mais incríveis deste destino.

Mais detalhes sobre a viagem

Transportes

INCLUÍDO:

Dos aeroportos > hotéis > aeroportos, quando realizado em conjunto com líder.
Viagens de barco público Faial > Pico e Pico > São Jorge
Veículo alugado para o grupo durante em parte dos dias, com seguro, gasolina e taxas incluídas.

NÃO INCLUÍDO:

Deslocamo-nos da forma mais barata dentro das cidades, a pé.
Em caso de cansaço, a ida ou regresso de táxi para alguns trilhos

Há sempre a opção de usar outro transporte, por conta de cada um.

Atividades

INCLUÍDO:

Tour de barco para observação de Baleias e Golfinhos.
Tour ao Vulcão dos Capelinhos.
Tour pela Paisagem da Cultura da Vinha da Ilha do Pico.
Tour à Gruta das Torres com guia credenciado.
Durante os 12 dias de expedição estão previstos 6 percursos de trekking.
Tour Ilha do Pico.
Barco para o Corvo e trekking
Prova de vinho verdelho, típico do Pico.

NÃO INCLUÍDO:

Visita guiada no Centro de Interpretação do Vulcão dos Capelinhos.
Atividades opcionais que possam surgir.
Poderás gastar entre 10€ e 25€, aproximadamente.

ALOJAMENTO

INCLUÍDO:

Todas as noites referidas no programa.

NÃO INCLUÍDO:

Não aplicável.

Alimentação

INCLUÍDO:

Todos os pequenos almoços.

NÃO INCLUÍDO:

Almoços e jantares.
Poderá gastar entre 7,50€ a 15€ aproximadamente, por refeição.

Açores – 5 ilhas | 2021

Sobre o destino:

Moeda

Euro

MeteoROLOGIA

Entre 14º e 21º, por vezes com chuva.

PASSAPORTE

Não é obrigatório, pode viajar com o Cartão de Cidadão.

Visto

Não é necessário visto para os cidadãos Portugueses. Os cidadãos que não tenham nacionalidade Portuguesa devem verificar nas embaixadas do seu país.

Fuso HORÁRIO

– 1 hora que Portugal Continental.

Saúde

Não é necessária consulta de viajante.
Deve ter sempre as suas vacinas em dia.
O seguro de viagem é obrigatório (realizado pelo Fotoadrenalina). Informações sobre Codid-19 serão dadas mais perto da viagem.

Segurança

São ilhas seguras, no entanto aconselha-se os cuidados normais de segurança, sobretudo com o material fotográfico, documentação e dinheiro.

TelecomUNICAÇÕES

Portugal +351

As 14 perguntas que devo ler antes de viajar

São para todos os que gostam de viajar. Apenas juntamos à viagem a oportunidade de fotografar.

Não, mas gostamos de juntar à viagem a oportunidade e o tempo para fotografar. Podes fotografar com um telefone ou com uma câmara reflex, mas queremos que registes o teu olhar para recordares e partilhares. É uma viagem com oportunidades fotográficas, onde podes também aprender, praticar e partilhar dúvidas, mas não é um workshop em viagem.

Partimos do princípio que sim, mas depende mais de ti do que de nós. Deves ter a capacidade de aceitar em viagem o imprevisto, o cansaço, as adversidades e relativizar os problemas que possam surgir. Deves sempre tratar bem os outros participantes e nunca falar mal deles. É importante gostares de conviver com pessoas, já que vais viver com elas 24 horas por dia. Deves ter sentido de humor, porque ajuda a tornar uma situação negativa em positiva.

Varia, os grupos são pequenos dentro das 6 a 12 pessoas. Como vais com um líder, temos de ter um mínimo de 6 pessoas.

No item da reserva, colocas o teu nome, mail e telefone e nós enviamos-te um formulário com todos os dados que precisamos para seguires viagem.

Podes comprar tu ou o Fotoadrenalina, através dos nossos parceiros (agência de viagens). Lembramos que há vantagens em comprar com os nossos parceiros, já que se houver algum problema antes ou durante a viagem, não tens de te preocupar, a agência de viagens trata de tudo. A agência de viagens cobra uma pequena taxa, mas compensa já que tens sempre o apoio e a segurança deles na gestão do voo.

Quando a viagem for confirmada pela equipa do Fotoadrenalina. Para isso, precisamos de um número mínimo de participantes, que são 6 pessoas. A partir da confirmação da viagem, enviamos um mail a todos os inscritos com a indicação dos horários dos voo do grupo e o preço do voo. Podes comprar por ti ou pelos nossos parceiros, mas têm de coincidir a hora de chegada ao destino e hora de partida do destino. Se não coincidir, as deslocações do aeroporto e o encontro com o grupo fica a cargo do participante.

Depende dos países e dos locais. Gostamos de dar “boa cama”, mas nem sempre há disponível a cama ideal. Pedimos sempre quartos com camas separadas e com quarto de banho no quarto, mas em locais mais remotos, por vezes as condições são diferentes e temos de ter a capacidade de aceitar que as condições não são iguais em todos os países do mundo. Se achas que queres mais privacidade e conforto quando vais dormir, podes pedir quarto individual, mas terás um custo extra associado (pede cotação ao Fotoadrenalina).

Após a inscrição e do formulário preenchido deves fazer o pagamento de 10% do valor total da viagem (excluindo os voos) Assim que a viagem seja confirmada pelo Fotoadrenalina, com o número mínimo, pedimos a todos os inscritos mais 15% do valor total e passamos a accionar os voos. Os restantes 75% do valor total é pedido 1 mês antes da data da viagem.

Sim, em todas as viagens é obrigatório fazer um seguro em viagem para o grupo. O seguro em viagem não paga tudo ou qualquer coisa (ver as condições da apólice). É preciso sempre o relatório do incidente e o comprovativo da despesa. O líder avisará a equipa do Fotoadrenalina em Portugal, que entrará em contacto com a seguradora para fazer todo o acompanhamento (não precisas de te preocupar). O seguro em viagem do Fotoadrenalina incluí situações de COVID-19, mas não de outra pandemia. Podes fazer para as datas da viagem, mas podes também fazer seguro de cancelamento da viagem, mesmo em situações de dares positivo ao Covid-19, antes da viagem. (Ver condições). Deve avisar o Fotoadrenalina se queres o seguro de cancelamento da viagem, para ser accionado ao mesmo tempo que o voo.

Até haver melhores notícias, todos os participantes têm de ter sempre máscaras e álcool gel durante toda a viagem. Nas caminhadas é opcional o uso de máscara, mas no quarto de hotel é obrigatório, exceto para dormir. Cada país e cada viagem têm condições diferentes de entrada, mas é enviada informação para cada viagem aos participantes após a inscrição. Há seguro de cancelamento de viagem e durante a viagem com condições específicas de covid-19.

Podes desistir até a viagem estar confirmada e serão devolvidos os 10% pagos. Quando a viagem está confirmada, vamos pedir mais 15% e vamos também accionar os voos. A partir daqui será mais difícil reaveres o teu dinheiro, visto os voos são não reembolsáveis e já temos acordos com os parceiros (alojamento, atividades, etc). Os 25% já pagos ao Fotoadrenalina, só devolvemos em voucher, com validade de 1 ano para gastares em qualquer viagem. Os restantes 75% da viagem só são pagos 1 mês antes da viagem, mas se desistires após essa data, serão cobrados todos os serviços de terceiros já pagos. O restante não cobrado pelos parceiros será devolvido em voucher para gastares no prazo de 1 ano.

Todos os valores pagos serão devolvidos se for o Fotoadrenalina a desistir da viagem. Se a viagem for cancelada por motivos externos ao Fotoadrenalina, por exemplo em caso de uma pandemia, guerras, greves ou pelas entidades oficiais dos países, tentaremos com os parceiros a devolução do dinheiro, mas se não for possível, emitimos um voucher nos valores não cobrados com validade de 1 ano. Aconselhamos a todos os participantes fazerem seguro de cancelamento de viagem (ver condições).

É melhor sempre enviar um mail para ficar registado e por escrito: info@fotoadrenalina.com Se for algo simples e/ou urgente podes enviar mensagem pelo WhatsApp ou ligar 916222009.

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