No primeiro dia, aterramos no aeroporto da Ilha do Pico e temos um primeiro contacto com a cidade da Madalena, a sua gastronomia e para quem é apreciador, o vinho das terras de lava.
O segundo dia começa com grandes paisagens e o mar sempre à vista, num percurso maioritariamente descendente e se o mar deixar, um mergulho para refrescar o corpo e a alma. Havendo tempo e vontade, faremos um segundo trilho, já que os trilhos abundam nesta ilha.
O terceiro dia no Pico serve para um circuito de carro por alguns dos locais mais bonitos, onde iremos parando para pequenas incursões pela natureza, lagos e crateras. Estamos a guardar a energia para a aventura da ascenção ao ponto mais alto de Portugal.
O quarto dia é o nosso maior desafio. O nosso destino encontra-se a 2351 metros de altitude, e é lá em cima, que com sorte, iremos assistir ao deslumbrante nascer do Sol. À nossa volta, uma vista de 360 graus sobre o infinito do Atlântico e das restantes 4 ilhas do grupo central: Faial, São Jorge, Graciosa e Terceira. A subida é longa e para quem está preparado fisicamente e da sorte das condições climatéricas. Esta atividade é opcional, mas épica.
O resto do dia está reservado para relaxar e ver calmamente mais paisagens ou simplesmente algum museu.
No quinto dia partimos para a Ilha das Flores, o nosso próximo grande destino, o ponto mais ocidental da Europa. Até chegarmos ao nosso local de dormida podemos já ver a beleza desta ilha, que se encontra do outro lado da ilha, onde ficaremos hospedados num espaço bonito e tranquilo, com vista para o mar.
O sexto dia é dedicado ao Corvo, a Ilha que, em conjunto com as Flores, forma o grupo Ocidental do Arquipélago dos Açores. É a mais pequena ilha do Arquipélago e fica a cerca de 20 km da sua “irmã”. Tem 6,24 km de comprimento, 4 km de largura e tem apenas 430 habitantes. Fica sensivelmente à mesma distância do Canadá e de Portugal Continental. Outra curiosidade é que a Ilha do Corvo tem mais vacas do que habitantes, um dos poucos locais do mundo em que os humanos estão em minoria.
Partimos de manhã num semi-rígido de alto mar, um barco super rápido talhado para esta grande travessia. Serão cerca de 24 km a deslizar pela crista das ondas, com garantia de muita adrenalina. Começamos a nossa visita ao Corvo com uma caminhada pelo interior do vulcão que deu origem à ilha do Corvo. É uma rota circular, com cerca de 5 km, que nos vai levar do topo do Caldeirão até ao seu interior, por entre a flora e as lagoas que compõem o núcleo desta grande cratera. Ao longo do trilho vamos encontrar outros residentes habituais, gado bovino, equino e caprino.
Regressamos à Ilha das Flores, prontos para um bom jantar.
Ao sétimo dia partimos em direção a um dos grandes colossos da Ilha das Flores. Um pequeno percurso abre-nos o caminho e, tal e qual uma cortina, desvenda-se diante de nós esta grande parede de água.
Regressamos, agora pelo interior da ilha, e passamos pelo grande aglomerado de lagoas que povoam o seu interior, a Lagoa Negra, a Lagoa Comprida, a Lagoa Branca, a Lagoa Seca, a Lagoa Rasa e a Lagoa Funda. Dependendo das condições atmosféricas, poderemos visitar todas ou só algumas, umas de carro, outras a pé, caminhando por trilhos escondidos que nos levam a recantos menos usuais.
Começamos o oitavo dia cedo para aproveitar para visitar alguns dos locais mais interessantes do lado sudeste da ilha, passando por miradouros, fajãs, moinhos e pela segunda maior localidade da ilha, a Laje das Flores, mais conhecida de nós pelo trágico acidente de 2019, quando o mau tempo destruiu o único porto comercial da ilha, localizado nessa vila.
Um novo trilho leva-nos a percorrer algumas das paisagens mais espetaculares da Ilha das Flores. Por entre altos e baixos, vales, montanhas, falésias e cascatas, vamos percorrer a pé um grande pedaço da costa oeste, passando ainda por algumas localidades.
A vista panorâmica sobre a lindíssima Fajãzinha, indica-nos que algo de ainda mais espetacular se está a aproximar. Um desvio leva-nos por um trilho escondido, por entre um arvoredo cerrado, caminhando por lajes de pedra em direção a um local misterioso. E eis que se abrem as portas do paraíso, naquela que é certamente uma das paisagens mais bonitas de Portugal. Um sem número de cascatas caiem de uma enorme falésia verdejante para uma lagoa envolta por grandes árvores, num espetáculo visual difícil de descrever.
No nono e último dia, a manhã é reservada para fazer as malas e livre para quem quiser desfrutar das últimas horas na ilha das flores, como por exemplo dar um mergulho numa nas piscinas naturais.
Porto/Lisboa > Pico >
Ponta Delgada/Terceira > Santa Cruz das Flores
Ponta Delgada/Terceira > Porto/Lisboa
Ilha do Pico
Ilha das Flores
Ilha do Corvo
Fotografia de Natureza
Paisagem
Turismo de Habitação
ApartHotel
Carrinha privada
Médio
Elevado na subida ao Pico
Min 6, Máx 12
















Aterramos no aeroporto da Ilha do Pico e tomamos o primeiro contacto com a Ilha e a cidade da Madalena
Noite em Aparthotel, Madalena (Pico)
Pequeno percurso, com direito a grandes paisagens e o mar sempre à vista, num percurso maioritariamente descendente, com um final bonito. Havendo tempo e vontade, faremos um segundo trilho, num percurso florestal ladeado por grandes cedros e uma série de espécies endémicas da ilha.
Noite em Aparthotel, Madalena
Guardamos o terceiro dia para um percurso de carro por alguns dos locais mais bonitos, onde iremos parando para pequenas incursões pela natureza. Estamos a guardar a energia toda para mais tarde.
Noite em Aparthotel, Madalena
Temos que nos levantar de madrugada e o nosso destino encontra-se a 2351 metros de altitude, onde iremos assistir ao deslumbrante nascer do Sol. A ascenção ao Piquinho (o ponto mais alto do Pico) demora entre 4 horas e meia a 5 horas e meia. Dependendo das condições atmosféricas, a "estadia" no topo pode variar entre 15 a 30 minutos. O regresso é feito logo a seguir, numa descida que pode variar entre 4 a 5 horas e meia, com chegada prevista mais ou menos a tempo da hora de almoço.
O resto do dia está reservado para relaxar, dar uma volta até à Madalena ou para ir visitar algum local em particular ou museu.
Noite em Aparthotel, Madalena
Partimos para a Ilha das Flores. Vamos de seguida para o outro lado da ilha, onde já podemos ver a beleza desta ilha.
Noite em turismo de habitação, nas Fajã Grande (Flores)
Este dia é dedicado ao Corvo, a Ilha que, em conjunto com as Flores, forma o grupo Ocidental do Arquipélago dos Açores.
Partimos de manhã num semi-rígido de alto mar. Serão cerca de 24 km até ao Corvo. Começamos a nossa visita ao Corvo com uma caminhada pelo interior do vulcão que deu origem à ilha do Corvo. É uma rota circular, com cerca de 5 km, que nos vai levar do topo do Caldeirão até ao seu interior, por entre a flora e as lagoas que compõem o núcleo desta grande cratera.
Regressamos à Ilha das Flores e chegamos ao hotel já ao final da tarde.
Noite em turismo de habitação, nas Fajã Grande (Flores)
Partimos em direção a um dos grandes colossos da Ilha das Flores. Um pequeno percurso abre-nos o caminho e, tal e qual uma cortina, desvenda-se diante de nós esta grande parede de água.
Regressamos, agora pelo interior da ilha, e passamos pelo grande aglomerado de lagoas que povoam o seu interior, a Lagoa Negra, a Lagoa Comprida, a Lagoa Branca, a Lagoa Seca, a Lagoa Rasa e a Lagoa Funda. Dependendo das condições atmosféricas, poderemos visitar todas ou só algumas, umas de carro, outras a pé, caminhando por trilhos escondidos que nos levam a recantos menos usuais.
Noite em turismo de habitação, nas Fajã Grande (Flores)
Este dia aproveitamos para visitar alguns dos locais mais interessantes do lado sudeste da ilha, passando por miradouros, fajãs, moinhos e pela segunda maior localidade da ilha, a Laje das Flores, mais conhecida de nós pelo trágico acidente de 2019, quando o mau tempo destruiu o único porto comercial da ilha, localizado nessa vila.
Um novo trilho leva-nos a percorrer algumas das paisagens mais espetaculares da Ilha das Flores. Por entre altos e baixos, vales, montanhas, falésias e cascatas, vamos percorrer a pé um grande pedaço da costa oeste, passando ainda por algumas localidades.
A vista panorâmica sobre a lindíssima Fajãzinha, indica-nos que algo de ainda mais espetacular se está a aproximar. Um desvio leva-nos por um trilho escondido, por entre um arvoredo cerrado, caminhando por lajes de pedra em direção a um local misterioso. E eis que se abrem as portas do paraíso, naquela que é certamente uma das paisagens mais bonitas de Portugal.
Noite em turismo de habitação, nas Fajã Grande (Flores)
A manhã é livre para quem quiser desfrutar das últimas horas na ilha das flores, como por exemplo dar um mergulho numa das inúmeras piscinas naturais.
Voo Portugal continental.
Todos as deslocações dentro das ilhas em transporte privado.
Lancha de travessia ao Corvo.
Deslocamo-nos da forma mais barata dentro das cidades, a pé.
Há sempre a opção de usar outro transporte, por conta de cada um.
Não está incluído qualquer tipo de voo.
Todos os percursos realizados com o líder.
Visita a museus e monumentos.
Todas as noites referidas no programa.
Em quarto duplo.
Quarto individual – pedir cotação ao Fotoadrenalina.
4 pequenos almoços incluídos no alojamento.
Os restantes pequenos almoços em voucher de 10€/dia
Os restantes pequenos almoços e todos os almoços e jantares.
Os pequenos almoços podem ser comprados no supermercado local.
Poderás gastar entre 12€ e 20€, por refeição.
As viagens Fotoadrenalina são para todas as pessoas que gostam de viajar. A fotografia não é uma exigência, é uma possibilidade. Em cada viagem, oferecemos a oportunidade de fotografar para quem tiver esse interesse, sem que isso seja obrigatório.
Não é obrigatório saber fotografar, nem ter equipamento específico. Gostamos de juntar à viagem a oportunidade e o tempo para fotografar, mas isso acontece de forma leve e acessível. Podes fotografar com um telemóvel ou com uma câmara reflex, o importante é registar o teu olhar, para recordar e partilhar a experiência. Não precisas de ter conhecimentos técnicos e até podes viajar sem câmara. O telemóvel é mais do que suficiente e, mesmo que não seja para fotografar, acaba sempre por dar jeito, nem que seja para veres as horas.
Partimos do princípio que sim, mas isso depende mais de ti do que de nós. Viajar em grupo pede abertura para lidar com imprevistos, algum cansaço e pequenas adversidades, sabendo relativizar os problemas que possam surgir. É essencial ter respeito pelos outros participantes, tratar todos com consideração e manter um ambiente saudável de convivência, já que o grupo partilha a experiência praticamente 24 horas por dia. Gostar de estar com pessoas e ter sentido de humor ajuda muito, especialmente para transformar situações menos boas em aprendizagens ou momentos leves. Ainda assim, em 99% das vezes, as viagens correm muito bem.
Varia, os grupos são pequenos dentro das 6 a 12 pessoas. Como vais com um líder, temos de ter um mínimo de 6 pessoas.
No item da reserva, colocas o teu nome, mail, nif (nº de contribuinte) e telefone e nós enviamos-te um formulário com todos os dados que precisamos para seguires viagem. Nós enviamos um mail com os dados de pagamento dos 20% do PVP. Só após esse pagamento é que fica a reserva confirmada.
Podes comprar tu ou o Fotoadrenalina através dos nossos parceiros. Lembramos que há vantagens em comprar com os nossos parceiros, já que se houver algum problema antes ou durante a viagem, a agência de viagens pode ajudar a resolver o problema. A agência de viagens cobra uma pequena taxa, mas compensa já que tens o apoio e a segurança deles na gestão do voo (os check-in são sempre realizados pelo passageiro). Se houver voos internos, estes são sempre adquiridos pelo Fotoadrenalina para tudo estar coordenado com o grupo. Os problemas que acontecem nos aeroportos, como overbooking, cancelamento de voos, greves, entre outros, só podem ser tratados no balcão da companhia aérea no aeroporto onde se encontra, a agência não consegue intervir nestes casos.
Quando a viagem for confirmada pela equipa do Fotoadrenalina. Para isso, precisamos de um número mínimo de participantes, que são 6 pessoas. A partir da confirmação da viagem, enviamos um mail a todos os inscritos com a indicação dos horários dos voos do grupo e o preço do voos. Podes comprar por ti ou pelos nossos parceiros, mas têm de coincidir a hora de chegada ao destino e hora de partida do destino. Se não coincidir, as deslocações do aeroporto e o encontro com o grupo fica a cargo do participante.
Depende dos países e dos locais. Gostamos de dar “boa cama”, mas nem sempre há disponível a cama ideal. Pedimos sempre quartos com camas separadas e com quarto de banho no quarto, mas em locais mais remotos, por vezes as condições são diferentes e temos de ter a capacidade de aceitar que as condições não são iguais em todos os países do mundo. Se achas que queres mais privacidade e conforto quando vais dormir, podes pedir quarto individual, mas terás um custo extra associado (pede cotação ao Fotoadrenalina).
Após a inscrição e o preenchimento do formulário, é solicitado o pagamento de 20% do valor total da viagem, excluindo os voos. Assim que a viagem for confirmada pelo Fotoadrenalina, após atingir o número mínimo de participantes, pedimos o pagamento de mais 30% do valor total e iniciamos o processo de reserva dos voos. Os 50% restantes do valor total são pagos até um mês antes da data da viagem.
Sim, em todas as viagens é obrigatório fazer um seguro em viagem para o grupo, que é cobrado à parte. O seguro em viagem não paga tudo ou qualquer coisa (ver as condições da apólice no item do seguro em viagem). É preciso sempre o relatório do incidente e o comprovativo da despesa. O líder avisará a equipa do Fotoadrenalina em Portugal, que entrará em contacto com a seguradora para fazer todo o acompanhamento (não precisas de te preocupar). Ao fazeres para as datas da viagem, estás também a fazer seguro de cancelamento da viagem para situações graves que te impeçam de ir na viagem (ver quais as condições).
Sim. O Fotoadrenalina emite fatura. No momento da inscrição e no preenchimento dos dados do participante, solicitamos o NIF (número de contribuinte) para que todas as faturas possam ser corretamente emitidas ao longo dos pagamentos. A fatura final é enviada após a realização da viagem. Recomendamos verificar a pasta de spam, embora todas as faturas fiquem também disponíveis no e-Fatura, no Portal das Finanças. Todas as faturas são emitidas em nome de TRAJECTO IMEDIATO, Agência de Viagens Unipessoal, Lda, entidade legalmente responsável pelo Fotoadrenalina, com o NIF 517210380.
Podes desistir da viagem até ao momento da compra dos voos. Nesse caso, será devolvido o valor total da reserva inicial de 20%. Quando a viagem é confirmada, iniciamos o processo de compra dos voos e solicitamos o pagamento de mais 30% do valor total. A partir desse momento, a devolução em dinheiro torna-se mais difícil, uma vez que os voos não são reembolsáveis e já existem compromissos com parceiros, como alojamento e atividades. Nesse caso, os 30% pagos ao Fotoadrenalina são devolvidos sob a forma de voucher, com validade de 1 ano, para utilização em qualquer viagem. Os 50% restantes da viagem são pagos um mês e meio antes da data de partida. Se a desistência acontecer após esse prazo, serão cobrados todos os serviços de terceiros já pagos. O valor que não tiver sido cobrado pelos parceiros será devolvido em voucher, igualmente válido por 1 ano.
Todos os valores pagos serão devolvidos se for o Fotoadrenalina a desistir da viagem. Se a viagem for cancelada por motivos externos ao Fotoadrenalina, por exemplo em caso de uma pandemia, guerras, greves ou pelas entidades oficiais dos países, tentaremos com os parceiros a devolução do dinheiro, mas se não for possível, emitimos um voucher nos valores não cobrados com validade de 1 ano. Aconselhamos a todos os participantes fazerem seguro de cancelamento de viagem (ver condições).
Para qualquer dúvida, o ideal é entrar em contacto por e-mail, para que tudo fique registado por escrito: info@fotoadrenalina.com. Para questões simples ou urgentes, podes também enviar uma mensagem pelo WhatsApp ou ligar para o +351 916 222 009, de segunda a sexta-feira, das 9h às 19h. Caso não atendamos de imediato, é provável que estejamos ocupados com outro assunto. Nesse caso, deixa uma mensagem e responderemos assim que possível, devolvendo também a chamada.
Reclamar faz parte da condição humana e o dia em que isso deixar de acontecer será, de facto, um dia triste para a humanidade. Por isso, tens ao teu dispor o Livro Oficial de Reclamações. Podes aceder a ele através do rodapé do site, clicando em “Livro de Reclamações”. Desejamos-te boa sorte.
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Projeto
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RNAVT – Turismo de Portugal nº 10610