Uma viagem até onde o horizonte não acaba
Há lugares que visitamos.
Há lugares que fotografamos.
E depois existem lugares que nos fazem parar, olhar para o horizonte e perceber que, afinal, o mundo é muito maior do que imaginávamos.
A Mongólia pertence a esta última categoria.
É uma terra de extremos, de distâncias imensas e de silêncios profundos. Um país onde o céu parece maior, onde as estradas se perdem no horizonte e onde ainda existem famílias que seguem um modo de vida moldado pela natureza e pelas tradições dos seus antepassados.
Durante 13 dias, vamos atravessar uma Mongólia que está muito longe dos circuitos turísticos convencionais.
Vamos percorrer o lendário Deserto de Gobi, caminhar entre montanhas, subir dunas gigantescas, descobrir vestígios de dinossauros, visitar antigos mosteiros e cidades que foram testemunhas de um dos maiores impérios da História.
Mas, acima de tudo, vamos conhecer pessoas.
Vamos dormir em yurts tradicionais, partilhar momentos com famílias nómadas, passear pelas estepes e descobrir uma cultura onde hospitalidade, liberdade e ligação à natureza fazem parte da vida quotidiana.
Esta não é apenas uma viagem através da Mongólia.
É uma viagem para dentro da Mongólia.
O INÍCIO DA AVENTURA
A nossa viagem começa em Ulaanbaatar, a capital mongol.
É aqui que começamos a perceber os contrastes deste país. Uma cidade moderna, dinâmica e em constante transformação, rodeada por uma imensidão que rapidamente nos lembra que estamos num dos países menos densamente povoados do planeta.
Teremos oportunidade de explorar a capital antes de deixarmos para trás o ambiente urbano.
Porque a verdadeira aventura começa quando a estrada se transforma e o horizonte começa a dominar tudo à nossa volta.
PRIMEIRO ENCONTRO COM O GOBI
Seguimos em direção à Estupa Branca, uma das paisagens mais impressionantes do sul da Mongólia.
Depois de uma paragem em Mandalgovi, entramos progressivamente no território do Gobi.
Ao final do dia, chegamos a Tsagaan Suvarga, onde o nosso hotel será substituído por algo muito mais especial:
Uma yurt tradicional.
Aqui, o conforto ganha outro significado.
Não precisamos de paredes de betão, grandes janelas ou luzes de cidade.
Precisamos apenas de uma cama, do calor de uma yurt e de um céu que, longe da poluição luminosa, parece não ter fim.
É a primeira noite em que começamos verdadeiramente a perceber que esta viagem será diferente.
DINOSSAUROS, MONTANHAS E O VALE DE YOL
No dia seguinte, a estrada leva-nos até Dalanzadgad e ao extraordinário Vale de Yol.
O Gobi não é apenas areia.
É um território de montanhas, vales, desfiladeiros e paisagens inesperadamente variadas.
Antes de caminharmos pelo vale, visitaremos o museu de dinossauros da região — uma viagem ao passado profundo desta terra, onde foram encontrados alguns dos fósseis mais importantes da história da paleontologia.
Depois, deixamos o passado distante dos dinossauros e entramos no silêncio das montanhas.
Começa o trekking pelo Vale de Yol.
Caminhamos por uma paisagem quase surreal, rodeados por paredes rochosas e pela imensidão do Gobi.
Ao final do dia, regressamos a uma yurt.
Mais uma noite sob o céu mongol.
O DESERTO EM TODO O SEU ESPLENDOR
E então chegamos a um dos grandes momentos da viagem.
As Dunas de Khongor.
Imagine uma imensa extensão de areia dourada, interrompida apenas pelo movimento das dunas e pela linha distante das montanhas.
Agora imagina subir lentamente até ao topo.
Cada passo na areia exige esforço.
Mas, quando finalmente chegamos lá acima, percebemos porquê.
À nossa frente está um dos cenários mais extraordinários da Mongólia.
E ficamos para assistir ao pôr do sol.
O deserto muda de cor.
O silêncio torna-se quase absoluto.
E durante alguns minutos parece que não existe mais nada no mundo para além de nós, das dunas e daquele horizonte infinito.
É provavelmente um daqueles momentos em que ninguém precisa de dizer nada.
Basta estar presente.
ONDE O DESERTO GUARDA DINOSSAUROS
No dia seguinte seguimos até Bayanzag, os famosos Penhascos Flamejantes.
Foi nesta região que foram descobertos importantes fósseis de dinossauros e ovos fossilizados, ajudando a transformar o Gobi num dos lugares mais importantes do mundo para o estudo destas criaturas que dominaram a Terra há milhões de anos.
Mas Bayanzag não impressiona apenas pela sua história.
Os seus penhascos avermelhados parecem incendiar-se quando a luz do sol lhes toca.
É uma paisagem que parece pertencer a outro planeta.
E mais uma vez, quando o dia termina, dormimos numa yurt.
Pouco a pouco, começamos a perceber que as yurts não são apenas o lugar onde dormimos.
São parte da própria experiência.
O SILÊNCIO DE ONGI
A estrada continua.
Seguimos até Ongi, onde encontramos as ruínas do antigo Mosteiro de Ongi.
Construído num local remoto e isolado, o complexo chegou a ser um dos maiores centros religiosos da Mongólia, antes de ser destruído durante as perseguições religiosas do século XX.
Hoje restam ruínas, pedras e memórias.
Caminhar por esta paisagem é também caminhar pela história de um país que atravessou enormes transformações.
E talvez seja precisamente a ausência de grandes construções que torne este lugar tão especial.
No meio daquela imensidão, as ruínas parecem ainda mais pequenas.
E nós também.
A MONGÓLIA QUE NÃO VEM NOS POSTAIS
Depois do deserto, a paisagem começa novamente a mudar.
Seguimos para o Vale do Orkhon, uma das regiões culturalmente e historicamente mais importantes da Mongólia.
É aqui que acontece uma das experiências mais autênticas da viagem.
Vamos conhecer uma família nómada.
Não apenas passar por uma aldeia.
Não apenas tirar uma fotografia.
Mas ficar.
Observar.
Conversar.
Partilhar uma refeição.
Conhecer, ainda que por pouco tempo, um modo de vida completamente diferente daquele a que estamos habituados.
Dormiremos na casa da família.
E nessa noite, talvez percebamos que viajar não é necessariamente ver mais lugares.
Às vezes, viajar é simplesmente ficar tempo suficiente num lugar para começar a compreendê-lo.
A CAVALO PELAS ESTEPES
Na manhã seguinte, acordamos no coração desta comunidade nómada.
Durante séculos, o cavalo foi muito mais do que um meio de transporte para o povo mongol.
Foi companheiro, ferramenta, símbolo de liberdade e elemento fundamental da cultura das estepes.
Hoje teremos a oportunidade de experimentar essa ligação.
Passeamos por uma paisagem aberta, sem estradas congestionadas, sem edifícios altos, sem ruído.
Apenas nós, os cavalos e a imensidão.
Depois seguimos para Kharkhorin, a antiga capital do Império Mongol.
Visitaremos o Museu de Kharkhorin e o magnífico Mosteiro de Erdenezuu, um dos mais importantes complexos budistas da Mongólia.
Aqui, história, espiritualidade e memória encontram-se no mesmo lugar.
TERELJ: A ÚLTIMA GRANDE AVENTURA
Depois de regressarmos a Ulaanbaatar, ainda não é tempo de terminar.
Partimos novamente para a natureza.
O destino é o Parque Nacional Terelj.
Montanhas, florestas, rios e formações rochosas criam uma paisagem completamente diferente daquela que encontrámos no Gobi.
Passamos o dia a explorar o parque e a desfrutar de atividades ao ar livre.
À noite, mais uma vez, uma yurt.
Talvez agora já não pareça tão estranha.
Talvez até comece a parecer casa.
GENGHIS KHAN E O REGRESSO À CAPITAL
No último dia de aventura em Terelj, descobrimos a famosa Rocha da Tartaruga e subimos até ao Templo Ariyapala.
Depois, encontramos uma das imagens mais emblemáticas da Mongólia:
a gigantesca estátua de Genghis Khan.
É impossível falar da Mongólia sem falar daquele que criou um dos maiores impérios da História.
A sua figura está profundamente ligada à identidade do país e à memória coletiva do povo mongol.
Depois, regressamos a Ulaanbaatar.
A aventura pelo interior chega ao fim.
Mas ainda temos um último dia para descobrir a capital.
ANTES DE VOLTAR A CASA
Visitamos o Mosteiro de Gandan, um dos centros religiosos budistas mais importantes do país, e o Museu Nacional de História, onde podemos compreender melhor a longa e fascinante história da Mongólia.
Teremos tempo para compras, para uma tarde mais tranquila e para simplesmente caminhar pela cidade.
E depois chega o momento inevitável.
O jantar de despedida.
Talvez seja aí que percebamos verdadeiramente tudo aquilo que aconteceu nos últimos dias.
Foram milhares de quilómetros.
Desertos.
Montanhas.
Dunas.
Dinossauros.
Mosteiros.
Cavalos.
Famílias nómadas.
Yurts.
Pôr do sol.
Conversas.
Silêncio.
E uma quantidade impossível de histórias para contar.
MAIS DO QUE UMA VIAGEM
No dia seguinte, regressamos a Portugal.
Mas dificilmente regressaremos iguais.
Porque existem viagens que acrescentam fotografias ao telemóvel.
E existem viagens que acrescentam qualquer coisa à nossa maneira de olhar para o mundo.
A Mongólia é uma delas.
É uma viagem para quem quer sentir a estrada, aceitar a distância, trocar o conforto habitual por experiências genuínas e descobrir o prazer de estar num lugar onde a natureza ainda determina o ritmo da vida.
É acordar numa yurt e não saber exatamente onde termina a paisagem e começa o céu.
É caminhar pelo Gobi e perceber o verdadeiro significado de imensidão.
É subir uma duna para ver o sol desaparecer no horizonte.
É entrar numa casa de uma família nómada e ser recebido com a simplicidade de quem não precisa de muito para partilhar tudo.
É olhar para as estrelas sem luzes da cidade à volta.
É ouvir o silêncio.
E perceber que, num mundo cada vez mais rápido, ainda existem lugares onde podemos simplesmente parar.
A Mongólia não é uma viagem para riscar um país da lista.
É uma viagem para sair da lista.
Para sair do conhecido.
Para sair do previsível.
Para sair, durante alguns dias, daquilo que julgamos ser o nosso mundo.
E descobrir outro.
Um mundo de horizontes infinitos, tradições ancestrais e liberdade.
Um mundo onde a aventura começa quando a estrada deixa de existir.
Mongólia.
13 dias.
Um deserto sem fim.
Uma cultura milenar.
E uma viagem que provavelmente ficará contigo muito depois de regressares a casa.
Portugal > Ulaanbaatar
Ulaanbaatar > Portugal
Ulaanbaatar
Tsagaan Suvarga
Vale de Yol
Bayanzag (Penhascos Flamejantes)
Ongi
Vale do Orkhon
Kharkhorin
Parque Nacional Terelj
Parque Nacional Khustai
Natureza
Paisagem
Fotografia de Comida
Retrato
Hotel
Yurt tradicional
Privado
Baixo
Mín. 5 Máx. 12






























Chegada em Ulaanbaatar.
Passeio pela cidade.
Noite em hotel em Ulaanbaatar.
Clique no dia 2 para ver a continuação do programa e repita o processo nos dias seguintes.
Viagem à Estupa Branca.
Almoço na cidade de Mandalgovi.
Noite em yurt tradicional em Tsagaan Suvarga.
Viagem para o Vale de Yol pela cidade de Dalanzadgad.
Visita ao museu de dinossauros do Gobi.
Trekking no Vale de Yol.
Noite em yurt tradicional perto do vale.
Viagem para as Dunas de Areia de Khongor (Deserto de Gobi).
Visita às dunas e caminhada até o topo das dunas para apreciar o pôr do sol.
Noite em yurt tradicional perto das Dunas de Areia de Khongor.
Viagem até Bayanzag (Penhascos Flamejantes).
Visita aos Penhascos Flamejantes e exploração da área.
Noite em yurt tradicional.
Viagem para Ongi.
Visita às ruínas do Mosteiro de Ongi e caminhada na área circundante.
Noite em yurt tradicional.
Viagem para o Vale do Orkhon.
Visita à Cascata do Orkhon e a uma família nómada.
Noite em casa de uma família nómada.
Estadia com uma família nômade.
Passeio a cavalo.
Viagem para Kharkhorin.
Visita ao Museu de Kharkhorin e ao Mosteiro de Erdenezuu.
Noite em pousada.
Viagem para Ulaanbaatar.
Visita ao Parque Nacional Khustai.
Noite em hotel em Ulaanbaatar.
Viagem para o Parque Nacional Terelj.
Exploramos parque nacional.
Atividades ao ar livre.
Noite em acampamento de Yurt.
Descoberta do Parque Nacional Terelj.
Rocha da Tartaruga e Templo Ariyapala.
Visita à Estátua de Genghis Khan.
Viagem para Ulaanbaatar.
Noite em hotel em Ulaanbaatar.
Exploramos a capital.
Visita ao Mosteiro de Gandan e ao Museu Nacional de História.
Compras e tarde livre.
Jantar de despedida.
Noite em hotel em Ulaanbaatar.
Partida regresso a Portugal.
Todos os transportes estão incluídos no programa quando feitos com o líder.
Não está incluído qualquer tipo de voo.
Deslocamo-nos da forma mais barata dentro das cidades, a pé.
Há sempre a opção de usar outro transporte, por conta de cada um.
Todos os percursos realizados com o líder durante a viagem.
Todas não mencionadas no programa.
Todas as noites referidas no programa em quarto duplo no hotel em Ulaanbaatar e yurt tradicional a partilhar entre 3-5 pessoas dependendo da disponibilidade logística.
O valor do quarto individual acresce 200€ apenas no hotel em Ulaanbaatar. Têm 5% de desconto com o cartão Travel+.
Todos os pequenos-almoços
Todos os almoços
Todos os jantares
Qualquer refeição, snack, bebida não incluída no programa.
As viagens Fotoadrenalina são para todas as pessoas que gostam de viajar. A fotografia não é uma exigência, é uma possibilidade. Em cada viagem, oferecemos a oportunidade de fotografar para quem tiver esse interesse, sem que isso seja obrigatório.
Não é obrigatório saber fotografar, nem ter equipamento específico. Gostamos de juntar à viagem a oportunidade e o tempo para fotografar, mas isso acontece de forma leve e acessível. Podes fotografar com um telemóvel ou com uma câmara reflex, o importante é registar o teu olhar, para recordar e partilhar a experiência. Não precisas de ter conhecimentos técnicos e até podes viajar sem câmara. O telemóvel é mais do que suficiente e, mesmo que não seja para fotografar, acaba sempre por dar jeito, nem que seja para veres as horas.
Partimos do princípio que sim, mas isso depende mais de ti do que de nós. Viajar em grupo pede abertura para lidar com imprevistos, algum cansaço e pequenas adversidades, sabendo relativizar os problemas que possam surgir. É essencial ter respeito pelos outros participantes, tratar todos com consideração e manter um ambiente saudável de convivência, já que o grupo partilha a experiência praticamente 24 horas por dia. Gostar de estar com pessoas e ter sentido de humor ajuda muito, especialmente para transformar situações menos boas em aprendizagens ou momentos leves. Ainda assim, em 99% das vezes, as viagens correm muito bem.
Varia, os grupos são pequenos dentro das 6 a 12 pessoas. Como vais com um líder, temos de ter um mínimo de 6 pessoas.
No item da reserva, colocas o teu nome, mail, nif (nº de contribuinte) e telefone e nós enviamos-te um formulário com todos os dados que precisamos para seguires viagem. Nós enviamos um mail com os dados de pagamento dos 20% do PVP. Só após esse pagamento é que fica a reserva confirmada.
Podes comprar tu ou o Fotoadrenalina através dos nossos parceiros. Lembramos que há vantagens em comprar com os nossos parceiros, já que se houver algum problema antes ou durante a viagem, a agência de viagens pode ajudar a resolver o problema. A agência de viagens cobra uma pequena taxa, mas compensa já que tens o apoio e a segurança deles na gestão do voo (os check-in são sempre realizados pelo passageiro). Se houver voos internos, estes são sempre adquiridos pelo Fotoadrenalina para tudo estar coordenado com o grupo. Os problemas que acontecem nos aeroportos, como overbooking, cancelamento de voos, greves, entre outros, só podem ser tratados no balcão da companhia aérea no aeroporto onde se encontra, a agência não consegue intervir nestes casos.
Quando a viagem for confirmada pela equipa do Fotoadrenalina. Para isso, precisamos de um número mínimo de participantes, que são 6 pessoas. A partir da confirmação da viagem, enviamos um mail a todos os inscritos com a indicação dos horários dos voos do grupo e o preço do voos. Podes comprar por ti ou pelos nossos parceiros, mas têm de coincidir a hora de chegada ao destino e hora de partida do destino. Se não coincidir, as deslocações do aeroporto e o encontro com o grupo fica a cargo do participante.
Depende dos países e dos locais. Gostamos de dar “boa cama”, mas nem sempre há disponível a cama ideal. Pedimos sempre quartos com camas separadas e com quarto de banho no quarto, mas em locais mais remotos, por vezes as condições são diferentes e temos de ter a capacidade de aceitar que as condições não são iguais em todos os países do mundo. Se achas que queres mais privacidade e conforto quando vais dormir, podes pedir quarto individual, mas terás um custo extra associado (pede cotação ao Fotoadrenalina).
Após a inscrição e o preenchimento do formulário, é solicitado o pagamento de 20% do valor total da viagem, excluindo os voos. Assim que a viagem for confirmada pelo Fotoadrenalina, após atingir o número mínimo de participantes, pedimos o pagamento de mais 30% do valor total e iniciamos o processo de reserva dos voos. Os 50% restantes do valor total são pagos até um mês antes da data da viagem.
Sim, em todas as viagens é obrigatório fazer um seguro em viagem para o grupo, que é cobrado à parte. O seguro em viagem não paga tudo ou qualquer coisa (ver as condições da apólice no item do seguro em viagem). É preciso sempre o relatório do incidente e o comprovativo da despesa. O líder avisará a equipa do Fotoadrenalina em Portugal, que entrará em contacto com a seguradora para fazer todo o acompanhamento (não precisas de te preocupar). Ao fazeres para as datas da viagem, estás também a fazer seguro de cancelamento da viagem para situações graves que te impeçam de ir na viagem (ver quais as condições).
Sim. O Fotoadrenalina emite fatura. No momento da inscrição e no preenchimento dos dados do participante, solicitamos o NIF (número de contribuinte) para que todas as faturas possam ser corretamente emitidas ao longo dos pagamentos. A fatura final é enviada após a realização da viagem. Recomendamos verificar a pasta de spam, embora todas as faturas fiquem também disponíveis no e-Fatura, no Portal das Finanças. Todas as faturas são emitidas em nome de TRAJECTO IMEDIATO, Agência de Viagens Unipessoal, Lda, entidade legalmente responsável pelo Fotoadrenalina, com o NIF 517210380.
Podes desistir da viagem até ao momento da compra dos voos. Nesse caso, será devolvido o valor total da reserva inicial de 20%. Quando a viagem é confirmada, iniciamos o processo de compra dos voos e solicitamos o pagamento de mais 30% do valor total. A partir desse momento, a devolução em dinheiro torna-se mais difícil, uma vez que os voos não são reembolsáveis e já existem compromissos com parceiros, como alojamento e atividades. Nesse caso, os 30% pagos ao Fotoadrenalina são devolvidos sob a forma de voucher, com validade de 1 ano, para utilização em qualquer viagem. Os 50% restantes da viagem são pagos um mês e meio antes da data de partida. Se a desistência acontecer após esse prazo, serão cobrados todos os serviços de terceiros já pagos. O valor que não tiver sido cobrado pelos parceiros será devolvido em voucher, igualmente válido por 1 ano.
Todos os valores pagos serão devolvidos se for o Fotoadrenalina a desistir da viagem. Se a viagem for cancelada por motivos externos ao Fotoadrenalina, por exemplo em caso de uma pandemia, guerras, greves ou pelas entidades oficiais dos países, tentaremos com os parceiros a devolução do dinheiro, mas se não for possível, emitimos um voucher nos valores não cobrados com validade de 1 ano. Aconselhamos a todos os participantes fazerem seguro de cancelamento de viagem (ver condições).
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Projeto
#Construir o Futuro
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Tel. +351 916 222 009 (das 9h às 19h, segunda a sexta)
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RNAVT – Turismo de Portugal nº 10610