A nossa viagem começa em Negombo, com um passeio de tuktuk e a pé pela cidade junto à praia e aos canais antigos construídos pelos holandeses. Zona de forte influência cristã e portuguesa, Negombo tem detalhes que merecem ser descobertos, dos restos do forte aos mercados de rua, das igrejas aos templos hindus.
No dia seguinte, já no transporte privado que nos acompanhará até ao fim, viajaremos até Anuradhapura, antiga capital do antigo reino do Sri Lanka. Aqui começaremos uma viagem pela história do país, percorrendo monumentos e ruínas classificadas pela UNESCO como Património Mundial da Humanidade, caminhando entre grandiosas construções, peregrinos e uma fauna sempre presente.
Depois de um descanso merecido, visitaremos o templo budista de Mihintale, nas proximidades de Anuradhapura, talvez um dos mais simples e interessantes locais sagrados do budismo na ilha. Segue-se Sigiriya, a famosa fortaleza de rocha que só por si quase vale uma visita ao Sri Lanka, e que também é Património Mundial da UNESCO. Para além dos monumentos em si, o próprio enquadramento natural, habitado por macacos pouco tímidos, também é espetacular.
Segunda capital do Sri Lanka, entre os séculos XI e XII d.C, Polonnaruwa é outro local classificado pela UNESCO, com ruínas fascinantes e muito bem preservadas. Aqui encerramos o mergulho na história mais antiga do país, partindo depois para a sua capital cutural, Kandy, situada no interior montanhoso da ilha. Faremos uma paragem templos-gruta de Dambulla, onde nos esperam magníficas paredes pintadas com motivos religiosos cuja fotografia é um desafio. Antes de chegar a Kandy ainda teremos tempo para visitar um jardim de especiarias, para descobrir e compreender as plantas que tanto atraíram os europeus, e que vão muito para lá da canela…
Kandy merece bem um dia de visita a pé; esta é, provavelmente, a mais elegante – e interessante – cidade do país. Visitaremos um dos tesouros nacionais, o Dalada Maligawa, ou Templo do Dente, onde assistiremos à famosa puja (oração com oferenda) acompanhada pelos famosos tambores locais.
Um simples passeio pelas ruas pelas ruas comerciais do centro, com a sua mistura de mesquitas, templos budistas e hindus, proporciona-nos um bom entendimento sobre o equilíbrio religioso, por vezes precário, que aqui se vive. Ao fim da tarde podemos assistir a um espetáculo cultural de dança e música, com os famosos dançarinos de Kandy.
No dia seguinte rumamos ainda pelo centro do país até junto da sua montanha mais alta, através de algumas das mais belas paisagens do país. Pelo caminho teremos oportunidade de esticar as pernas numa curta caminhada até à cascata de Ramboda, uma das mais altas do país, e também de visitar uma quinta de produção de chá: dos campos onde se recolhem as melhores folhas até à secagem, embalagem e venda, podemos seguir – e fotografar – todo o processo, e degustar uma chávena no fim, com vista sobre um cenário paradisíaco
Finalmente chegaremos a Nuwara Eliya, em pleno coração das plantações de “chá do Ceilão” e no sopé do Pidurutalagala, o monte mais alto do Sri Lanka, onde pernoitamos num chalé de estilo inglês e podemos até tomar um muito british chá das 5.
O dia seguinte cobre mais um pouco da parte central da ilha, e não lhe fica atrás em beleza: primeiro, seguimos um trilho entre campos de chá que nos guiam até à cascata Lover’s Leap. Segue-se uma viagem de comboio através da paisagem verdejante que constitui o coração da ilha até Ella. Pendurados nas janelas, não vamos perder pitada, das pequenas estações por onde passamos até ao belíssimo panorama entrecortado por minúsculas aldeias e quedas de água. Uma descida íngreme e um passeio ao longo dos carris da linha férrea leva-nos ainda até à ponte dos nove arcos de Demodara, um ícone arquitetónico do Sri Lanka.
Antes de rumar à costa, a visita de Ella não ficaria completa sem um mergulho na natureza: uma caminhada até ao cume do Little Adam’s Peak, o ex libris da região, com vistas de cortar o fôlego sobre as montanhas e campos de chá que, num dia bom, podem mesmo alcançar o mar. Uma pausa para um chá (ou café) numa das quintas locais, e continuaremos até Kataragama, cidade multirreligiosa e centro de peregrinação para hindus e budistas, ao encontro de uma experiência totalmente diferente: assistir à puja (oração e oferta) do fim do dia, que aqui é especialmente colorida.
Instalados num eco resort familiar, preparamos a partida de madrugada para um safari no Parque Nacional de Yala, o mais importante do país, onde habitam em liberdade espécies como corços, elefantes e leopardos. O pequeno-almoço será tomado em plena selva, para não perdermos nenhuma oportunidade. Só depois de uma manhã intensa em busca das espécies mais fugidias da floresta cingalesa é que rumaremos às águas azuis da costa, em Mirissa, para uma completa mudança de cenário.
Mirissa, na costa sul do Sri Lanka, é uma das regiões afetadas pelo tsunami de 2004, e um belo exemplo de recuperação. Tem uma longa praia com barcos de pescadores, e ali próximo, em Ahangama, encontra-se uma das imagens mais vendidas do Sri Lanka e mais procuradas pelos fotógrafos: pescadores que, a troco de preço a combinar, se empoleiram em enormes estacas cravadas dentro do mar. De manhã cedo, os interessados na fauna costeira poderão partir numa das embarcações que procuram avistar vida marinha, nomeadamente tartarugas e baleias.
Percorremos a costa em direção a Colombo, com paragem para visitar a cidade histórica de Galle, preservada dentro de um forte e classificada como Património Mundial da UNESCO, com as suas igrejas e mesquitas, lojas de artesanato e baluartes com vistas sobre o Índico. Oportunidade de descanso e mergulho na bela praia de Unawatuna, uma das mais conhecidas do Sri Lanka. Uma visita matinal ao santuário budista junto à praia oferece-nos vistas sobre toda a baía, banhada por um belíssimo mar azul-turquesa.
Viagem até Colombo, uma cidade onde hindus, muçulmanos, cristãos e budistas vivem em harmonia quase absoluta – verdadeiro símbolo do país. Terminamos o dia em Galle Face Green, numa tasquinha de rua com vista sobre o pôr-do-sol, em convívio com os locais.
Regresso à cidade, com visita a dois templos budistas muito contrastantes: o Gangaramaya, com a sua fusão de estilos, e o delicado Seema Malaka, situado no lago Beira e desenhado pelo mais famoso arquiteto cingalês, Geoffrey Bawa. Passeio pelo bairro de Pettah, junto à estação ferroviária, e por uma das zonas mais modernas da cidade, junto à costa.
O último dia é, assim, dedicado à urbanidade da capital: o contraste entre as ruas estreitas e animadas com pequenos comércios e os prédios modernos da zona governamental, os mercados de rua e as lojas chiques da costa, mostram-nos o que faltava conhecer deste país fascinante.
Portugal > Negombo
Negombo > Portugal
Mihintale
Anuradhapura
Polonnaruwa
Sigiriya
Dambulla
Kandy
Nuwara Eliya
Ella
Kataragama (PN Yala)
Mirissa
Unawatuna
Galle
Colombo
Fotografia de rua
Retrato
Natureza
Paisagem
Macro
Fotografia de Comida
Vida Animal
Fotografia de Arquitetura
Hotel
Eco lodge
Público
Privado
Baixo e Médio
Min 6, Máx 12











Voo para o Sri Lanka
Chegada e passeio pela vila piscatória de Negombo (dependendo da hora da chegada).
Noite em hotel em Negombo.
Partida matinal para o Triângulo Histórico, com paragem para descoberta das heranças cristã, hindu e budista do país. Visita dos pontos principais da cidade Anuradhapura
Noite em hotel em Anuradhapura.
Triângulo Histórico: paragem num dos mais simbólicos locais religiosos e históricos do país, Mihintale, antes de continuarmos para Polonnaruwa, capital medieval do Sri Lanka.
Noite em hotel em Polonnaruwa.
Visita matinal ao terceiro e último local do Triângulo Histórico: o rochedo-fortaleza de Sigiriya, the Lion´s Rock. De tarde, visita às grutas cobertas de estatuária e pinturas religiosas budistas em Dambulla e continuação da viagem até Kandy, capital cultural do país.
Noite em hotel em Kandy.
Kandy: Visita ao Templo do Dente durante a puja matinal, passeio pela cidade do lago ao mercado. Possibilidade de assistir a um show de danças locais.
Noite em hotel em Kandy.
Viagem até à zona do chá, Nuwara Eliya no sopé do monte mais alto do Sri Lanka, o Pidurutalagala.
Noite em hotel em Nuwara Eliya.
Caminhada por entre os arbustos do chá até à cascata da Lovers Leap. Viagem de comboio pelas montanhas da ilha, entre Nuwara Ellyia e Ella, onde poderemos fotografar a Ponte dos Nove Arcos de Demodara.
Noite em hotel em Ella.
Caminhada até ao Little Adam’s Peak e fim de dia em Kataragama, a tempo da puja do fim do dia.
Noite em eco lodge nas margens do Gem River.
Safari de jipe no Parque Nacional de Yala e tranfer para as praias de Mirissa, na costa sul.
Noite em hotel em Mirissa.
Descanso nas praias de Mirissa. Possibilidade de viagem de barco para ver baleias, golfinhos, etc.
Noite em hotel em Mirissa.
Visita da cidade fortificada de Galle e tarde na praia de Unawatuna, uma das primeiras abertas ao turismo no país.
Noite em hotel em Unawatuna.
Partida tardia para Colombo, depois de aproveitarmos mais uma manhã à beira-mar.
Noite em hotel em Colombo.
Passeio por Colombo, de Petta ao lago Beira. Partida para Portugal.
Chegada a Portugal.
Transferes de e para os aeroportos quando realizados em conjunto com a líder.
Todos os transportes entre lugares de pernoita.
Comboio com lugar reservado de Nuwara Elyia a Ella.
Transporte privado com motorista.
Transportes específicos para visitar templos/locais de interesse fora do lugar de pernoita.
Deslocações nas cidades, em transportes públicos ou privados.
Poderá gastar cerca de 20€ aproximadamente.
Safari de 5 horas no Parque Nacional de Yala (inclui entrada, jipe com guia, pequeno-almoço na selva).
Todas as visitas e caminhadas em cidade e natureza realizadas com a líder (a cascata Lover´s Leap, a subida ao Little Adam’s Peak, a Ponte de Demodara e o caminho até Jungle Beach são alguns dos exemplos.
Observação de baleias (sazonal e opcional).
Entradas em templos, monumentos e lugares de interesse (à exceção do Parque de Yala).
Poderá gastar cerca de 80€.
Todas as noites referidas no programa em quarto duplo
(no eco lodge pode haver outra distribuição dos quartos)
Valor do quarto individual acresce 704,25€. Têm 5% de desconto com o cartão Travel+.
Todos os pequenos-almoços.
Todos os almoços e jantares.
Poderá gastar cerca de 200€
As viagens Fotoadrenalina são para todas as pessoas que gostam de viajar. A fotografia não é uma exigência, é uma possibilidade. Em cada viagem, oferecemos a oportunidade de fotografar para quem tiver esse interesse, sem que isso seja obrigatório.
Não é obrigatório saber fotografar, nem ter equipamento específico. Gostamos de juntar à viagem a oportunidade e o tempo para fotografar, mas isso acontece de forma leve e acessível. Podes fotografar com um telemóvel ou com uma câmara reflex, o importante é registar o teu olhar, para recordar e partilhar a experiência. Não precisas de ter conhecimentos técnicos e até podes viajar sem câmara. O telemóvel é mais do que suficiente e, mesmo que não seja para fotografar, acaba sempre por dar jeito, nem que seja para veres as horas.
Partimos do princípio que sim, mas isso depende mais de ti do que de nós. Viajar em grupo pede abertura para lidar com imprevistos, algum cansaço e pequenas adversidades, sabendo relativizar os problemas que possam surgir. É essencial ter respeito pelos outros participantes, tratar todos com consideração e manter um ambiente saudável de convivência, já que o grupo partilha a experiência praticamente 24 horas por dia. Gostar de estar com pessoas e ter sentido de humor ajuda muito, especialmente para transformar situações menos boas em aprendizagens ou momentos leves. Ainda assim, em 99% das vezes, as viagens correm muito bem.
Varia, os grupos são pequenos dentro das 6 a 12 pessoas. Como vais com um líder, temos de ter um mínimo de 6 pessoas.
No item da reserva, colocas o teu nome, mail, nif (nº de contribuinte) e telefone e nós enviamos-te um formulário com todos os dados que precisamos para seguires viagem. Nós enviamos um mail com os dados de pagamento dos 20% do PVP. Só após esse pagamento é que fica a reserva confirmada.
Podes comprar tu ou o Fotoadrenalina através dos nossos parceiros. Lembramos que há vantagens em comprar com os nossos parceiros, já que se houver algum problema antes ou durante a viagem, a agência de viagens pode ajudar a resolver o problema. A agência de viagens cobra uma pequena taxa, mas compensa já que tens o apoio e a segurança deles na gestão do voo (os check-in são sempre realizados pelo passageiro). Se houver voos internos, estes são sempre adquiridos pelo Fotoadrenalina para tudo estar coordenado com o grupo. Os problemas que acontecem nos aeroportos, como overbooking, cancelamento de voos, greves, entre outros, só podem ser tratados no balcão da companhia aérea no aeroporto onde se encontra, a agência não consegue intervir nestes casos.
Quando a viagem for confirmada pela equipa do Fotoadrenalina. Para isso, precisamos de um número mínimo de participantes, que são 6 pessoas. A partir da confirmação da viagem, enviamos um mail a todos os inscritos com a indicação dos horários dos voos do grupo e o preço do voos. Podes comprar por ti ou pelos nossos parceiros, mas têm de coincidir a hora de chegada ao destino e hora de partida do destino. Se não coincidir, as deslocações do aeroporto e o encontro com o grupo fica a cargo do participante.
Depende dos países e dos locais. Gostamos de dar “boa cama”, mas nem sempre há disponível a cama ideal. Pedimos sempre quartos com camas separadas e com quarto de banho no quarto, mas em locais mais remotos, por vezes as condições são diferentes e temos de ter a capacidade de aceitar que as condições não são iguais em todos os países do mundo. Se achas que queres mais privacidade e conforto quando vais dormir, podes pedir quarto individual, mas terás um custo extra associado (pede cotação ao Fotoadrenalina).
Após a inscrição e o preenchimento do formulário, é solicitado o pagamento de 20% do valor total da viagem, excluindo os voos. Assim que a viagem for confirmada pelo Fotoadrenalina, após atingir o número mínimo de participantes, pedimos o pagamento de mais 30% do valor total e iniciamos o processo de reserva dos voos. Os 50% restantes do valor total são pagos até um mês antes da data da viagem.
Sim, em todas as viagens é obrigatório fazer um seguro em viagem para o grupo, que é cobrado à parte. O seguro em viagem não paga tudo ou qualquer coisa (ver as condições da apólice no item do seguro em viagem). É preciso sempre o relatório do incidente e o comprovativo da despesa. O líder avisará a equipa do Fotoadrenalina em Portugal, que entrará em contacto com a seguradora para fazer todo o acompanhamento (não precisas de te preocupar). Ao fazeres para as datas da viagem, estás também a fazer seguro de cancelamento da viagem para situações graves que te impeçam de ir na viagem (ver quais as condições).
Sim. O Fotoadrenalina emite fatura. No momento da inscrição e no preenchimento dos dados do participante, solicitamos o NIF (número de contribuinte) para que todas as faturas possam ser corretamente emitidas ao longo dos pagamentos. A fatura final é enviada após a realização da viagem. Recomendamos verificar a pasta de spam, embora todas as faturas fiquem também disponíveis no e-Fatura, no Portal das Finanças. Todas as faturas são emitidas em nome de TRAJECTO IMEDIATO, Agência de Viagens Unipessoal, Lda, entidade legalmente responsável pelo Fotoadrenalina, com o NIF 517210380.
Podes desistir da viagem até ao momento da compra dos voos. Nesse caso, será devolvido o valor total da reserva inicial de 20%. Quando a viagem é confirmada, iniciamos o processo de compra dos voos e solicitamos o pagamento de mais 30% do valor total. A partir desse momento, a devolução em dinheiro torna-se mais difícil, uma vez que os voos não são reembolsáveis e já existem compromissos com parceiros, como alojamento e atividades. Nesse caso, os 30% pagos ao Fotoadrenalina são devolvidos sob a forma de voucher, com validade de 1 ano, para utilização em qualquer viagem. Os 50% restantes da viagem são pagos um mês e meio antes da data de partida. Se a desistência acontecer após esse prazo, serão cobrados todos os serviços de terceiros já pagos. O valor que não tiver sido cobrado pelos parceiros será devolvido em voucher, igualmente válido por 1 ano.
Todos os valores pagos serão devolvidos se for o Fotoadrenalina a desistir da viagem. Se a viagem for cancelada por motivos externos ao Fotoadrenalina, por exemplo em caso de uma pandemia, guerras, greves ou pelas entidades oficiais dos países, tentaremos com os parceiros a devolução do dinheiro, mas se não for possível, emitimos um voucher nos valores não cobrados com validade de 1 ano. Aconselhamos a todos os participantes fazerem seguro de cancelamento de viagem (ver condições).
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Projeto
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RNAVT – Turismo de Portugal nº 10610